
Um passivo ambiental se transforma em biofertilizante orgânico premium para o agronegócio brasileiro.

O Vale do Ribeira abriga a maior porção contínua de Mata Atlântica remanescente no Brasil. São 360 quilômetros de rios que desaguam no complexo estuarino-lagunar de Iguape-Cananéia — reconhecido pela UNESCO como Patrimônio Natural da Humanidade e Reserva da Biosfera.
Uma região que é lar de comunidades quilombolas, caiçaras e ribeirinhas, cuja identidade cultural foi forjada ao longo de séculos pela relação íntima com os rios. A pesca artesanal — especialmente da manjuba — sustenta gerações inteiras. Os rios são vida, alimento, caminho e identidade.

Com o desespero das enchentes, a comunidade ribeirinha fica isolada e sem sustento. A área de pesca reduz-se a cada dia, comprometendo a subsistência de centenas de famílias que dependem dessa atividade.






Imagine 360 quilômetros de rios sufocados. Cobertos por um tapete verde e denso de plantas invasoras. Sem luz. Sem oxigênio. Sem vida. Esta é a realidade devastadora do Estuário do Rio Iguape.
Uma das regiões mais ricas em biodiversidade do Brasil está morrendo aos nossos olhos. Cada dia que passa sem ação, mais vida se perde. Mais comunidades sofrem. Mais gases de efeito estufa são emitidos. A janela de oportunidade para salvar este ecossistema está se fechando.
Destroem plantações e prejudicam centenas de famílias de agricultores
Sem luz solar e oxigênio, peixes e espécies nativas morrem
Navegação impossibilitada em toda a região
Metano (CH₄) e CO₂ agravando o efeito estufa




"Imagine rios cristalinos onde antes havia pântanos sufocados. Peixes voltando à superfície. Comunidades navegando livremente. Agricultores com colheitas florescendo em solos regenerados."
Este é o futuro que o projeto SOS-Bio vai criar

O Projeto SOS-Bio não é apenas mais uma iniciativa de limpeza ambiental. É um sistema completo de economia circular que transforma um passivo ambiental de 22,8 milhões de toneladas em riqueza renovável para o agronegócio brasileiro.
Retiramos macrófitas aquáticas e lodo dos rios — uma ação ambientalmente obrigatória — e os transformamos em biofertilizantes orgânicos premium, ricos em NPK e micronutrientes, com consultoria agronômica personalizada. A matéria-prima é abundante, gratuita e sua remoção recupera os rios simultaneamente.
Tecnologia proprietária desenvolvida em 15 anos de pesquisa in situ — sem similar no Brasil. Licenças ambientais exclusivas (CETESB e DAEE). Mercado comprador sem concorrência significativa. Parceria estratégica com UNESP para validação científica. Equipe comercial de 6 engenheiros agrônomos com acompanhamento pós-venda.
Balsas 100t + guindastes retiram macrófitas e lodo dos rios
Via fluvial até a Fazenda Pindú (300 ha)
Secagem até 20% umidade + lodo centrifugado
Biofertilizante premium + consultoria agronômica

300 hectares estrategicamente posicionados no coração do estuário. 100 ha para instalações. Propriedade dos sócios, com infraestrutura pronta para iniciar operação imediata.



As macrófitas e o lodo possuem origem limpa e sem contaminação. Análises realizadas pela UNESP Diagnose (2024-2025) comprovam a riqueza nutricional excepcional. Os fertilizantes orgânicos atuam como fixadores biológicos de NPK, fortalecem os nutrientes do solo por mais tempo, mantêm a umidade e melhoram a trabalhabilidade do solo.
Macrófitas — Composição (g)
Lodo: C=94 · P=53 · K=2 · Ca=24 · Mg=17 · S-SO₄=87 · Fe=201 · Fonte: UNESP Diagnose 2024-2025

O Brasil é o maior comprador mundial de fertilizantes — e importa 85% do que consome. São mais de 41 milhões de toneladas por ano, a um custo de US$ 25 bilhões. Essa dependência é insustentável e cria uma oportunidade estratégica sem precedentes para a produção nacional de biofertilizantes orgânicos.
O mercado de biofertilizantes cresce 4 vezes mais rápido que o convencional, impulsionado pela nova Lei de Bioinsumos (Lei 15.070/2024) — que faz do Brasil o primeiro país do mundo com regulamentação específica para bioinsumos. São 40 milhões de hectares de solos degradados esperando por uma solução.
Investimento Requerido
R$ 20.000.000
Em tranches parciais durante 18 meses
"Retorno financeiro e impacto ambiental caminham juntos. Cada real investido tem data, prazo e forma de retorno definidos contratualmente."

Você não está apenas investindo em um projeto. Está se tornando parte de uma missão que une propósito e lucro, impacto ambiental e retorno financeiro, responsabilidade e prosperidade.
Venha conhecer o estuário pessoalmente. Navegue pelos rios que vamos recuperar. Veja a equipe, a tecnologia, as licenças. Converse com agricultores ansiosos para usar nossos produtos.
Contato
Victor Hugo Salazar
Diretor Administrativo e Financeiro